Hoje apeteceu-me ir. Deixar-me ir e partir, para uma experiência diferente, onde as pessoas respondam com sorrisos e gargalhadas. Em que os dias não sejam cheios de cinzento e onde não adoeça noite às 18h. Onde não se fique confinado a um quarto andar, onde se possa voar a partir do rés-do-chão. Onde se possa voar sempre mais, com a simples inclinação de um segway.
Quero viajar. Quero partir como quem sonha, os dedos descolados do chão, os medos evaporados no ar, o coração liberto de amarras, o cérebro a ter descanso uma vez que seja. E dormir quanto se queira sem que o corpo nos doa - por termos dormido demais. As preocupações a partirem-se em pólen de gerberas, manchando o chão, marcando caminho, deixando o traço colorido de uma vida cheia de sorrisos.
Olhar o pôr do sol e sorrir. De mão dada com uma vida completa.
E obrigada, Mónica (http://fragileporcelain.blogspot.com/) por me fazeres sonhar com um Erasmus que não tive.
Quero viajar. Quero partir como quem sonha, os dedos descolados do chão, os medos evaporados no ar, o coração liberto de amarras, o cérebro a ter descanso uma vez que seja. E dormir quanto se queira sem que o corpo nos doa - por termos dormido demais. As preocupações a partirem-se em pólen de gerberas, manchando o chão, marcando caminho, deixando o traço colorido de uma vida cheia de sorrisos.
Olhar o pôr do sol e sorrir. De mão dada com uma vida completa.
E obrigada, Mónica (http://fragileporcelain.blogspot.com/) por me fazeres sonhar com um Erasmus que não tive.