sinais
Terça-feira, Abril 08, 2008
Nasceu-me mais um sinal no braço direito. Um novo, quase quase feito, entre o cotovelo e a mão. Já se chama sinal. Assim como este, nasceu outro na parte da frente da perna esquerda. A cara quase cheia de sardas e sinais, a pele a abarrotar de manchas dispersas, que eu acho engraçadas. O pescoço, quase um céu limpo e estrelado, prolonga os sinais pelo pescoço abaixo, deixando um rasto que pode ser seguido.
Há dias em que as minhas sardas despertam. E, mesmo cansada, sorrio, por cima das minhas olheiras profundas e por baixo dos meus cabelos quase vermelhos. Dou meia volta, na vaidade do colete que até me assenta bem. As sardas continuam a ser maiores do que tudo o resto. Sorrio. E lembro-me de ti.
Há dias em que as minhas sardas despertam. E, mesmo cansada, sorrio, por cima das minhas olheiras profundas e por baixo dos meus cabelos quase vermelhos. Dou meia volta, na vaidade do colete que até me assenta bem. As sardas continuam a ser maiores do que tudo o resto. Sorrio. E lembro-me de ti.
