Posted on 3:10 AM | By Annie | In
o Porto morreu um bocadinho dentro de mim. agora não porque não o ame, mas a sua presença tornou-se monótona. é aquele com quem caminho ombro-a-ombro, no futuro que já não inclui Lisboa. e então só vejo Porto. mas o Porto entra-me pelos olhos adentro, intrusivo, metediço, sem me deixar descansar.
voltei hoje. mas com um peso nos olhos e uma raiva nos ombros. enormes. incomensuráveis. que não consigo sacudir dos ombros. não há vagas. vai ser muito difícil. caminho a seguir? lutar para que, para o ano, seja possível e eu envergonhe as médias de17 que se atravessarem no meu caminho!
de uma maneira ou de outra, eu pressentia que algo me ia impedir de ir, e a minha cabeça consumia-se com tudo o que ainda tinha que resolver até ir. mestrado, para o ano vais ser meu. para já, mãos ao trabalho, que há que ganhar dinheiro para ele.
mas os dias cinzentos da Invicta vão ser companhia diária nessa minha demanda.
se eu acreditasse na sorte...
voltei hoje. mas com um peso nos olhos e uma raiva nos ombros. enormes. incomensuráveis. que não consigo sacudir dos ombros. não há vagas. vai ser muito difícil. caminho a seguir? lutar para que, para o ano, seja possível e eu envergonhe as médias de17 que se atravessarem no meu caminho!
de uma maneira ou de outra, eu pressentia que algo me ia impedir de ir, e a minha cabeça consumia-se com tudo o que ainda tinha que resolver até ir. mestrado, para o ano vais ser meu. para já, mãos ao trabalho, que há que ganhar dinheiro para ele.
mas os dias cinzentos da Invicta vão ser companhia diária nessa minha demanda.
se eu acreditasse na sorte...